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The Caesarpark Hotel Taipei      Chung Hsiao W Rd., Taipei Comentários: 7.90. A partir de TWD 3900.00
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Dong Wu Hotel     258, Sec. 2, Yen Ping N. Rd., Taipei Comentários: 9.07. A partir de TWD 1800.00
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Hoteis Taiwan - Sobre Taiwan Taiwan (em caracteres chineses 臺灣; em português Formosa) é uma ilha no leste do continente asiático administrada pela República da China. Está situada a sudeste do território continental chinês, ao norte das Filipinas e ao sul de Okinawa (Japão).
Refúgio de emigrados chineses depois da tomada do poder pelos comunistas, em 1949, Taiwan, também conhecido por Formosa, é considerado uma província pelo governo da República Popular da China. O montanhoso arquipélago compreende uma grande ilha e 77 ilhas menores, situadas a 160 quilômetros da China continental. Após meio século de separação, há grandes diferenças culturais entre os dois países. A antiga arte chinesa está bem preservada em Taiwan, enquanto na China muito foi destruído durante a Revolução Cultural. Nem os ideogramas usados para escrever em mandarim são os mesmos - os chineses continentais desenvolveram uma simplificação, rejeitada na ilha. Taiwan adota o capitalismo e apresenta altas taxas de crescimento econômico nos anos 80 - como os demais Tigres Asiáticos.
A China dominou a ilha no século XIV e ali instalou comunidades de camponeses. Por volta de 1600, os portugueses estabeleceram um entreposto comercial, denominado Formosa. Seguiu-se uma breve ocupação de espanhóis, expulsos pelos holandeses em 1642. Os chineses reconquistaram a ilha em 1661 e retomaram a colonização.
A China cedeu Taiwan ao Japão em 1895, após a derrota na Guerra Sino-Japonesa. No final da II Guerra Mundial, a ilha volta à soberania chinesa, então governada pelo Partido Nacionalista (Kuomintang) de Chiang Kai-shek. Em 1949, derrotados pelas forças comunistas de Mao Tsé-tung, Chiang Kai-shek e os remanescentes de seu governo fogem para Taiwan.
O país recebeu centenas de milhares de chineses continentais, incluindo grande parte da elite econômica e intelectual. O Kuomintang passa a funcionar como partido único. Investimentos maciços dos EUA financiam o desenvolvimento da indústria. Em 1971, Taiwan é obrigada a retirar-se da Organização das Nações Unidas (ONU) por causa da entrada da China comunista. Taiwan rompe relações diplomáticas com quase todas as nações, mas intensifica o comércio externo.
Chiang Kai-shek falece em 1975 e é sucedido pelo filho, Chiang Ching-kuo, que inicia uma política de liberalização. Em 1977 é abolida a lei marcial (em vigor desde 1946) e autorizado o funcionamento de outros partidos. A morte de Chiang Ching-kuo, em 1988, acelera a abertura do regime, sob o comando de Lee Teng-hui. O Kuomintang vence as eleições de 1992, as primeiras com a participação da oposição. A China sugere a unificação sob a fórmula "um país, dois sistemas" (comunismo e capitalismo) - a mesma adotada em Hong Kong - recusada pelo governo taiuanês.
Em março de 1996, às vésperas da inédita eleição presidencial direta no país, a China realiza manobras militares no estreito de Taiwan. Os Estados Unidos deslocam dois porta-aviões à região para proteger o país. A coerção de Pequim não surte efeito, e Lee Teng-hui se reelege. Em 1997 é restabelecida a comunicação marítima com a China continental, interrompida desde 1949.
A economia taiuanesa cresce quase 6% em 1998 e supera os efeitos da crise financeira asiática (1997). A gestão econômica do país durante as turbulências na região - com uma drástica redução da taxa de juros - garante a vitória do Kuomintang nas eleições parlamentares de 1998.
Divergências no Kuomintang levaram à expulsão de um de seus líderes mais populares, James Soong. O partido chegou dividido e enfraquecido às eleições presidenciais de março de 2000, favorecendo a vitória de Chen Shui-bian, do Partido Democrático Progressista, com 39,3% dos votos. Pela primeira vez, Taiwan tem um presidente que não pertence ao Kuomintang.
Chen Shui-bian adota um discurso moderado em relação à China, embora seu partido tenha uma posição tradicional em favor da emancipação. O novo presidente propõe o diálogo em janeiro de 2000, mas Pequim exige como pré-condição um compromisso de unificação para o futuro. Em maio, Chen descarta a proclamação unilateral de independência, desde que a China não use a força para obter a reunificação. As declarações são bem recebidas e contribuem para um acordo, assinado em dezembro, que permite o intercâmbio comercial, o envio de cartas e o transporte de passageiros entre a província continental de Fujian e as ilhas taiuanesas de Quemoy e Matsu Tao.
Sem maioria parlamentar, o novo governo taiuanês enfrenta dificuldades para aprovar seus projetos. Um impasse político irrompe em outubro de 2000, quando Chen anuncia a suspensão da construção de uma quarta usina nuclear no país. A oposição argumenta que a decisão contraria lei previamente aprovada pelos parlamentares. O caso é enviado ao órgão supremo do Judiciário. Em janeiro de 2001 é decidida a retomada das obras.
As exportações de Taiwan obtêm forte expansão em 2000, graças principalmente à desvalorização de sua moeda. O Produto Interno Bruto (PIB) cresce a uma taxa estimada em 6,3%, superando os 5,7% do ano anterior. Em 2001, no entanto, Taiwan sofre os efeitos da desaceleração da economia estadunidense e da queda da demanda internacional por produtos eletrônicos e de alta tecnologia - o país produz metade das placas de circuitos de computadores pessoais existentes em todo o mundo. Além disso, muitas de suas indústrias se transferiram para a China continental.
No dia 1 de janeiro de 2001, três navios de Taiwan atravessam, pela primeira vez desde 1949, o mar que separa o arquipélago da China continental. Em maio, as tensões com a China se reacendem com a venda de armas estadunidenses a Taiwan e a visita de Chen aos Estados Unidos. Os dois fatos - que ocorrem numa fase de conflito diplomático entre a China e os Estados Unidos por causa do pouso forçado de um avião de espionagem norte-americano em solo chinês - provocam protestos do governo de Pequim.
Sob permanente ameaça chinesa, Taiwan é um dos maiores compradores de armas do planeta. Em 1999, o país só perde para a Arábia Saudita na importação de material bélico, segundo dados do Military Balance. No mesmo ano, o governo destina 15 bilhões de dólares para a Defesa, orçamento inferior apenas ao de grandes potências e de países com dimensão continental.
Essas transações, invariavelmente acompanhadas de protestos do governo de Pequim, são um fator adicional de tensão entre a China, de um lado, e do outro, Taiwan e seu principal aliado, os Estados Unidos (EUA). Embora não reconheçam oficialmente o regime taiuanês, os Estados Unidos se comprometem a garantir-lhe os meios para que possa se defender de uma eventual invasão. Em 1992, com base nessa política, os Estados Unidos fornecem a Taiwan 150 caças F-16. No ano seguinte, Taiwan compra da França 60 caças Mirage e seis fragatas. O assunto volta à tona em agosto de 2001, quando Washington autoriza a venda a Taiwan de um pacote de armamentos sofisticados que inclui quatro destróieres, aeronaves Orion (para detecção de submarinos) e oito submarinos a diesel.
Fonte: CIA Factbook, Wikipedia
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